<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Artigos - Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</title>
	<atom:link href="https://portaliedf.com.br/category/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portaliedf.com.br/category/artigos/</link>
	<description>Educação para a Cidadania</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Jun 2025 12:28:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2017/07/favicon.png</url>
	<title>Arquivos Artigos - Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</title>
	<link>https://portaliedf.com.br/category/artigos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">203959639</site>	<item>
		<title>Edital de Chamada: “Amazônia Viva: Estratégias para um Futuro Sustentável”</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/edital-de-chamada-amazonia-viva-estrategias-para-um-futuro-sustentavel/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/edital-de-chamada-amazonia-viva-estrategias-para-um-futuro-sustentavel/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 12:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=9298</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF), em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP) e o Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES/UNITA), tem a satisfação de divulgar o presente Edital de chamada de artigos para a composição da Obra Coletiva intitulada “Amazônia Viva: Estratégias para um Futuro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/edital-de-chamada-amazonia-viva-estrategias-para-um-futuro-sustentavel/">Edital de Chamada: “Amazônia Viva: Estratégias para um Futuro Sustentável”</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade (IEDF), em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Amapá (TJAP) e o Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES/UNITA), tem a satisfação de divulgar o presente Edital de chamada de artigos para a composição da <strong>Obra Coletiva intitulada “Amazônia Viva: Estratégias para um Futuro Sustentável”</strong>, em formato impresso e/ou em e-book. A publicação será realizada em homenagem aos dez anos de atuação do Ministro Reynaldo Soares da Fonseca e do Ministro Marcelo Ribeiro Dantas no Superior Tribunal de Justiça. a. Os artigos deverão ser encaminhados para o e-mail:<a href="mailto:artigosiedf@gmail.com"> artigosiedf@gmail.com</a>, até o dia<strong> 20 de agosto de 2025</strong>.</p>
<h3><a href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Edital_ChamadaArtigos_IVCongressoIEDF_Amazonia-Viva_Estrategias-para-um-Futuro-Sustentavel.pdf"><strong>Clique aqui</strong></a> e baixe o edital. Sua participação é importante para nós.</h3>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/edital-de-chamada-amazonia-viva-estrategias-para-um-futuro-sustentavel/">Edital de Chamada: “Amazônia Viva: Estratégias para um Futuro Sustentável”</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/edital-de-chamada-amazonia-viva-estrategias-para-um-futuro-sustentavel/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9298</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Aula Online &#8211; 24/10: &#8220;Direito ao Respeito e à Proteção Durante o Casamento &#8211; Violência Doméstica&#8221; com a Juíza de Direito Rejane Suxberger</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/aula-online-24-10-direito-ao-respeito-e-a-protecao-durante-o-casamento-violencia-domestica-com-a-juiza-de-direito-rejane-suxberger/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/aula-online-24-10-direito-ao-respeito-e-a-protecao-durante-o-casamento-violencia-domestica-com-a-juiza-de-direito-rejane-suxberger/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[meire.fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 13:11:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ IEDF]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=8888</guid>

					<description><![CDATA[<p>No, dia 24 de outubro de 2024, às 19h, o IEDF promoveu uma aula online  sobre um tema de extrema relevância e urgência: **&#8221;Direito ao Respeito e à Proteção Durante o Casamento &#8211; Violência Doméstica&#8221;**, ministrada pela renomada Juíza de Direito **Rejane Suxberger**. A aula foi realizada pelo **Google Meet** e abordou os direitos das [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/aula-online-24-10-direito-ao-respeito-e-a-protecao-durante-o-casamento-violencia-domestica-com-a-juiza-de-direito-rejane-suxberger/">Aula Online &#8211; 24/10: &#8220;Direito ao Respeito e à Proteção Durante o Casamento &#8211; Violência Doméstica&#8221; com a Juíza de Direito Rejane Suxberger</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-8889 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AULA-35_REJANE_FEED-240x300.png" alt="" width="240" height="300" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AULA-35_REJANE_FEED-240x300.png 240w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AULA-35_REJANE_FEED-768x960.png 768w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AULA-35_REJANE_FEED-600x750.png 600w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AULA-35_REJANE_FEED.png 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></p>
<p>No, dia 24 de outubro de 2024, às 19h, o IEDF promoveu uma aula online  sobre um tema de extrema relevância e urgência: **&#8221;Direito ao Respeito e à Proteção Durante o Casamento &#8211; Violência Doméstica&#8221;**, ministrada pela renomada Juíza de Direito **Rejane Suxberger**.</p>
<p>A aula foi realizada pelo **Google Meet** e abordou os direitos das pessoas em situação de violência doméstica, focando no respeito e na proteção durante o casamento. A Dra. Rejane Suxberger trará sua vasta experiência jurídica para tratar das medidas de proteção previstas na Lei Maria da Penha e dos mecanismos legais para enfrentar e prevenir a violência no ambiente familiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/aula-online-24-10-direito-ao-respeito-e-a-protecao-durante-o-casamento-violencia-domestica-com-a-juiza-de-direito-rejane-suxberger/">Aula Online &#8211; 24/10: &#8220;Direito ao Respeito e à Proteção Durante o Casamento &#8211; Violência Doméstica&#8221; com a Juíza de Direito Rejane Suxberger</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/aula-online-24-10-direito-ao-respeito-e-a-protecao-durante-o-casamento-violencia-domestica-com-a-juiza-de-direito-rejane-suxberger/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8888</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Inscrições Abertas! Projeto Falando Direito Distrito Federal</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/inscricoes-abertas-projeto-falando-direito-distrito-federal/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/inscricoes-abertas-projeto-falando-direito-distrito-federal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[meire.fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 19:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[+ IEDF]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Aluno]]></category>
		<category><![CDATA[Informes de Aulas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=8467</guid>

					<description><![CDATA[<p>🗣 Atenção, alunos do CED 01 do Itapoã! 🚀 Estão abertas as inscrições para o Projeto Falando Direito On-line! 🎓🔖 Esse projeto incrível tem como objetivo socializar o conhecimento jurídico básico e apresentar os direitos e deveres aos jovens, promovendo a cidadania participativa e consciente através do direito e da fraternidade. 🤝 Durante o curso, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/inscricoes-abertas-projeto-falando-direito-distrito-federal/">Inscrições Abertas! Projeto Falando Direito Distrito Federal</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>🗣 Atenção, alunos do CED 01 do Itapoã! 🚀<br />
Estão abertas as inscrições para o Projeto Falando Direito On-line! 🎓🔖 Esse projeto incrível tem como objetivo socializar o conhecimento jurídico básico e apresentar os direitos e deveres aos jovens, promovendo a cidadania participativa e consciente através do direito e da fraternidade. 🤝<br />
<img decoding="async" class="size-medium wp-image-8468 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/657b939b-cc9a-4405-98c2-44cbb3695af7-240x300.jpg" alt="" width="240" height="300" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/657b939b-cc9a-4405-98c2-44cbb3695af7-240x300.jpg 240w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/657b939b-cc9a-4405-98c2-44cbb3695af7-768x960.jpg 768w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/657b939b-cc9a-4405-98c2-44cbb3695af7-600x750.jpg 600w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/657b939b-cc9a-4405-98c2-44cbb3695af7.jpg 1080w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" />Durante o curso, vamos abordar temas super importantes como: 🏠 Direito à Moradia 📚 Direito à Educação 🩺 Direito à Saúde 👶 Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) 💪 Lei Maria da Penha 👴 Estatuto do Idoso 👷‍♂ Direitos do Trabalhador<br />
Nossas aulas serão on-line, curtas e dinâmicas, garantindo que você possa aprender de forma prática e interessante. 📲💡<br />
📝 As inscrições estarão abertas de 14/08/2024 até 31/08/2024 e podem ser feitas em nossa plataforma virtual.<br />
📍 Inscreva-se agora: https://cursos.portaliedf.com.br/cursos/falando-direito-virtual-2024<br />
Não perca essa oportunidade de se tornar um cidadão mais consciente e participativo! 💬👥<br />
Siga-nos no Instagram para mais novidades: https://www.instagram.com/portaliedf/<br />
Acompanhe nosso blog: https://portaliedf.com.br/blog/<br />
📞 Qualquer dúvida, entre em contato: (61) 98101-3039 📧 Ou mande um e-mail para: secretariaiedf@gmail.com<br />
#FalandoDireito #DireitosEDeveres #Cidadania #CED01 #Itapoã #InscriçõesAbertas #Educação #DireitoEFraternidade</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/inscricoes-abertas-projeto-falando-direito-distrito-federal/">Inscrições Abertas! Projeto Falando Direito Distrito Federal</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/inscricoes-abertas-projeto-falando-direito-distrito-federal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8467</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Desa. do TJSC lança livro sobre justiça climática na perspectiva do direito da criança e do adolescente</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[meire.fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 17:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=8453</guid>

					<description><![CDATA[<p>Crianças e adolescentes expressam como sentem o planeta e a necessidade de protegê-lo 06 Agosto 2024 &#124; A desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) Rosane Portella Wolff, juntamente com a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Josiane Rose Petry Veronese, lança na próxima terça-feira (13/8), no Ático do TJSC, às [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente/">Desa. do TJSC lança livro sobre justiça climática na perspectiva do direito da criança e do adolescente</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="tjsc-style-content-title-1 mt-0">Crianças e adolescentes expressam como sentem o planeta e a necessidade de protegê-lo</h3>
<p class="tjsc-asset-publisher-list-asset-entry-date-time text-lowercase">06 Agosto 2024 | <img decoding="async" class="size-medium wp-image-8454 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-08-07-as-14.50.18_d8daf967-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-08-07-as-14.50.18_d8daf967-300x200.jpg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-08-07-as-14.50.18_d8daf967.jpg 555w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<div class="mb-3">
<p>A desembargadora do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) Rosane Portella Wolff, juntamente com a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Josiane Rose Petry Veronese, lança na próxima terça-feira (13/8), no Ático do TJSC, às 17h30, o livro “Justiça Climática sob o Olhar do Direito da Criança e do Adolescente”.</p>
<p>O livro explora a justiça climática e suas conexões com o direito da criança e do adolescente, com tópicos sobre meio ambiente saudável, sustentabilidade, justiça para os animais e racismo ambiental entre outros. Para tanto, além de textos com múltiplas variações e perspectivas sobre o tema, as autoras, com o objetivo de dar efetividade ao direito à voz, organizaram relatos e histórias de crianças e adolescentes sobre como sentem o planeta e o que seria necessário para protegê-lo. As discussões buscam enfatizar a dimensão do direito da criança e do adolescente diante da questão da justiça climática, a qual merece atualmente a mais absoluta investigação.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente">https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente</a></p>
</div>
<div id="tjsc-news-gallery" class="mb-3 ug-gallery-wrapper ug-theme-tiles">
<div class="ug-tiles-wrapper ug-tiletype-columns ug-tiles-rest-mode">
<div class="ug-thumb-wrapper ug-tile ug-tile-clickable ug-thumb-ratio-set"></div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente/">Desa. do TJSC lança livro sobre justiça climática na perspectiva do direito da criança e do adolescente</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/desa-do-tjsc-lanca-livro-sobre-justica-climatica-na-perspectiva-do-direito-da-crianca-e-do-adolescente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8453</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Fraternidade e o financiamento dos direitos fundamentais sociais em tempos de calamidade pública de natureza sanitária</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria-2/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 19:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[calamidade pública]]></category>
		<category><![CDATA[direitos fundamentais]]></category>
		<category><![CDATA[fraternidade]]></category>
		<category><![CDATA[natureza sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Campos Soares da Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Reynaldo Soares da Fonseca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=8355</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um texto do Excelentíssimo Ministro Reynaldo Soares da Fonseca e Rafael Campos Soares da Fonseca Se preferir, ouça este artigo na íntegra no nosso canal no YouTube, é só dar play no vídeo abaixo: INTRODUÇÃO O avanço do constitucionalismo e sua compatibilização com a democracia deliberativa representam conquistas recentes e significativas em favor da humanidade. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria-2/">Fraternidade e o financiamento dos direitos fundamentais sociais em tempos de calamidade pública de natureza sanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Um texto do Excelentíssimo Ministro <span id="page3R_mcid2" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Reynaldo Soares da Fonseca e </span></span><span id="page3R_mcid4" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Rafael Campos Soares da Fonseca</span></span></em></strong></p>
<p><strong>Se preferir, ouça este artigo na íntegra no nosso <a href="https://www.youtube.com/channel/UCvNEOMSdGPrL6X_rTKhT6Ew" target="_blank" rel="noopener">canal no YouTub</a>e, é só dar play no vídeo abaixo:</strong></p>
<p><iframe title="Fraternidade e o Financiamento dos Direitos Fundamentais Sociais em Tempos de Calamidade Pública" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/ymdFpvgGPxA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h3>INTRODUÇÃO</h3>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8369 size-medium" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-15.26.38-246x300.jpeg" alt="" width="246" height="300" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-15.26.38-246x300.jpeg 246w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-15.26.38-600x731.jpeg 600w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/WhatsApp-Image-2024-04-18-at-15.26.38.jpeg 720w" sizes="(max-width: 246px) 100vw, 246px" />O avanço do constitucionalismo e sua compatibilização com a democracia deliberativa representam conquistas recentes e significativas em favor da humanidade. De acordo com Günther Frankenberg, as Constituições possuem dupla função: conferir autoridade a quem deverá decidir por todos de forma vinculante e integrar o corpo social a uma coletividade jurídico-político em que haja coordenação de ações com matiz identitária. Sendo assim, a Constituição como invenção social e expressão histórica não só pressupõe ideias de conflitos sociais, bem como pretende equilibrar controvérsias de distribuição de maneira autoritativa e integrativa.</p>
<p>Nesse cenário, demandas e conflitos distributivistas foram incorporados pela gramática constitucional na medida em que se aposta na possível integração social por intermédio de uma ordem constitucional que reconhece certas controvérsias como essenciais e quais configurações de conflitos são por ela regulamentados.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-8368 size-medium" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-300x200.jpg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-768x512.jpg 768w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-1536x1024.jpg 1536w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-2048x1365.jpg 2048w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-1320x880.jpg 1320w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/STJ_9847-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Sob outra perspectiva, temos visto uma plêiade de filósofos, politólogos, juristas e demais cientistas sociais interessada na reconstrução da fraternidade na condição de norma regulatória da vida pública em prol do bem comum, o que possui reflexos no sistema jurídico.</p>
<p>No esforço de indicar possíveis caminhos de diálogo entre a fraternidade e a necessidade de preservação da atividade financeira do Estado, notadamente no financiamento de direitos fundamentais de conotação social, à luz da estruturação social no Brasil, este estudo versa sobre a inclusão das exigências normativas decorrentes da fraternidade no espaço de justificação do orçamento público. O esforço justifica-se necessário, ante a ambiência de crise sanitária relacionada à pandemia do Covid-19, sobretudo a partir da preocupação dirigida à parcela da população mais vulnerável sob as perspectivas econômica e da saúde pública. Essa razão, por si só, indica o imperativo de homenagear os Organizadores da presente obra pela oportunidade de sua editoração.</p>
<p>Assim, neste diminuto espaço de reflexão acadêmica, pretende-se lançar considerações gerais acerca das implicações políticas e jurídicas de assumir-se a fraternidade como ideal constitucional. Em seguida, pretende-se abordar a instituição jurídica do Orçamento Mínimo Social depreendida da Constituição da República de 1988 e sua importância na tensão entre o ideal de liberdade no orçamento público com aptidão a gerar condições de ação aos governantes eleitos pelos ritos da democracia constitucional e a formulação pelo constitucionalismo brasileiro de garantias ao financiamento de <span dir="ltr" role="presentation">direitos</span> <span dir="ltr" role="presentation">sociais</span> <span dir="ltr" role="presentation">por</span> <span dir="ltr" role="presentation">intermédio</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">vinculações </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentárias em nível constitucional. Por fim, será perquirida a efetividade do </span><span dir="ltr" role="presentation">princípio constitucional da fraternidade no âmbito do financiamento de direitos </span><span dir="ltr" role="presentation">fundamentais de índole social, tendo em conta as dificuldades postas por situação de </span><span dir="ltr" role="presentation">calamidade pública, atualmente vivenciada e decorrente de crise sanitária relacionada </span><span dir="ltr" role="presentation">à pandemia do Covid-19.</span></p>
<h3><span id="page11R_mcid3"><span dir="ltr" role="presentation">PRINCÍPIO JURÍDICO-POLÍTICO DA FRATERNIDADE</span></span><span id="page11R_mcid4"></span></h3>
<div role="region" data-page-number="2" aria-label="Page 2" data-loaded="true">
<div>
<p><span id="page11R_mcid5"><span dir="ltr" role="presentation">Este contributo acadêmico tem como ponto de partida a assertiva de que a </span><span dir="ltr" role="presentation">ideia de fraternidade tem condições de gerar uma contribuição específica à vida </span><span dir="ltr" role="presentation">política institucional e ordinária, porquanto sua origem remonta a uma ligação </span><span dir="ltr" role="presentation">universal entre seres igualmente dignos que tem por resultado um complexo sistema </span><span dir="ltr" role="presentation">de solidariedade social e atenção aos necessitados, à luz da imperatividade de </span><span dir="ltr" role="presentation">afirmação da ética pública.</span></span></p>
<p><span id="page11R_mcid6"><span dir="ltr" role="presentation">Na condição de categoria política, o ideal fraternal promete refundar a prática </span><span dir="ltr" role="presentation">democrática, ao compatibilizar o relacionamento entre a igualdade (paridade) e a </span><span dir="ltr" role="presentation">liberdade (diferença), em prol de uma causa única subjacente ao bem comum da </span><span dir="ltr" role="presentation">humanidade. Por conseguinte, o conteúdo desse princípio expressa-se pela condição </span><span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">igualdade</span> <span dir="ltr" role="presentation">entre</span> <span dir="ltr" role="presentation">cidadãos</span> <span dir="ltr" role="presentation">em</span> <span dir="ltr" role="presentation">condições</span> <span dir="ltr" role="presentation">irmanais</span> <span dir="ltr" role="presentation">que</span> <span dir="ltr" role="presentation">sirva</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">suporte</span> <span dir="ltr" role="presentation">ao </span><span dir="ltr" role="presentation">desenvolvimento livre de cada qual</span> <span dir="ltr" role="presentation">na sua</span> <span dir="ltr" role="presentation">própria diversidade.</span> <span dir="ltr" role="presentation">Em</span> <span dir="ltr" role="presentation">síntese, a </span></span>fraternidade consiste em método e teor da política na medida em que deve ser parte <span dir="ltr" role="presentation">constitutiva do processo de tomada de decisões públicas e guia hermenêutico das </span><span dir="ltr" role="presentation">demais normas em interação dinâmica.</span></p>
</div>
</div>
<div role="region" data-page-number="3" aria-label="Page 3" data-loaded="true">
<div>
<p><span id="page13R_mcid1"><span dir="ltr" role="presentation">Por</span> <span dir="ltr" role="presentation">seu</span> <span dir="ltr" role="presentation">turno,</span> <span dir="ltr" role="presentation">no</span> <span dir="ltr" role="presentation">bojo</span> <span dir="ltr" role="presentation">do</span> <span dir="ltr" role="presentation">universo</span> <span dir="ltr" role="presentation">jurídico,</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">fraternidade</span> <span dir="ltr" role="presentation">também</span> <span dir="ltr" role="presentation">é </span><span dir="ltr" role="presentation">parâmetro normativo de correção da conduta de sujeitos de direito, ou seja, consiste </span><span dir="ltr" role="presentation">em categoria dotada de normatividade de caráter relacional com aptidão para regular a </span><span dir="ltr" role="presentation">vida gregária e estabilizar as expectativas sociais no tocante às condutas humanas. </span><span dir="ltr" role="presentation">Ante</span> <span dir="ltr" role="presentation">essa</span> <span dir="ltr" role="presentation">razão,</span> <span dir="ltr" role="presentation">o</span> <span dir="ltr" role="presentation">ideal</span> <span dir="ltr" role="presentation">fraternal</span> <span dir="ltr" role="presentation">assume</span> <span dir="ltr" role="presentation">centralidade</span> <span dir="ltr" role="presentation">nas</span> <span dir="ltr" role="presentation">operações</span> <span dir="ltr" role="presentation">de </span><span dir="ltr" role="presentation">fundamentação, legitimação, identificação, qualificação e positivação de direitos </span><span dir="ltr" role="presentation">fundamentais.</span></span></p>
<p><span id="page13R_mcid2"><span dir="ltr" role="presentation">Na qualidade de condicionante normativo-estrutural ao sistema jurídico, o </span><span dir="ltr" role="presentation">conceito de fraternidade incidente sobre a ordem constitucional implica em valor </span><span dir="ltr" role="presentation">normativo influente sobre o conteúdo, função e finalidade desta.</span></span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">De</span> <span dir="ltr" role="presentation">início,</span> <span dir="ltr" role="presentation">as</span> <span dir="ltr" role="presentation">condições</span> <span dir="ltr" role="presentation">sociológicas</span> <span dir="ltr" role="presentation">vinculantes</span> <span dir="ltr" role="presentation">ao</span> <span dir="ltr" role="presentation">Poder</span> <span dir="ltr" role="presentation">Constituinte </span><span dir="ltr" role="presentation">decorrem de influxos valorativos cujo marco é a dignidade da pessoa humana, uma </span><span dir="ltr" role="presentation">ideologia constitucional e uma função transformativa da estrutura social a que se </span><span dir="ltr" role="presentation">rompe na transição de ordens jurídicas, como pôde se verificar na concepção de um </span><span dir="ltr" role="presentation">constitucionalismo transformativo. Nesses termos, a fraternidade propõe vedações e </span><span dir="ltr" role="presentation">limites materiais ao conteúdo da Constituição e a própria autodeterminação coletiva </span><span dir="ltr" role="presentation">de um Povo, sob a perspectiva do republicanismo, assim como formulações e arranjos </span><span dir="ltr" role="presentation">sociais alternativos em prol de maior isonomia entre os cidadãos e de um bem-estar </span>fraternalmente considerado.</p>
</div>
<div>
<p><span id="page13R_mcid4"><span dir="ltr" role="presentation">A propósito, há significativa utilidade em uma categoria normativa que indica </span><span dir="ltr" role="presentation">vias comunicacionais para solução de controvérsias sociais e a gerência comum da </span><span dir="ltr" role="presentation">vida pública, à luz de valores humanistas como tolerância, compaixão e irmandade. </span><span dir="ltr" role="presentation">Afinal,</span> <span dir="ltr" role="presentation">tem-se</span> <span dir="ltr" role="presentation">que</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">transcendência</span> <span dir="ltr" role="presentation">social,</span> <span dir="ltr" role="presentation">política,</span> <span dir="ltr" role="presentation">econômica</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">jurídica</span> <span dir="ltr" role="presentation">do </span><span dir="ltr" role="presentation">imaginário</span> <span dir="ltr" role="presentation">fraterno</span> <span dir="ltr" role="presentation">auxilia,</span> <span dir="ltr" role="presentation">ainda,</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">governança</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">comunidades</span> <span dir="ltr" role="presentation">parcialmente </span><span dir="ltr" role="presentation">sobrepostas que compartilham espaço político, decisões e corpo cívico, tendo em </span><span dir="ltr" role="presentation">conta o componente ético e moral das categorias jurídicas fundamentais.</span></span></p>
</div>
</div>
<h3><strong><span id="page13R_mcid6"><span dir="ltr" role="presentation">ORÇAMENTO MÍNIMO SOCIAL, LEGALIDADE ORÇAMENTÁRIA E FINANCIAMENTO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS</span></span></strong></h3>
<p>Adotada como premissa de raciocínio a existência de uma Constituição Financeira que reconhece a substancialidade do Direito Financeiro como instrumento promotor de direitos fundamentais que, por sua vez, relaciona-se diretamente com a organização da estrutura de poder e respectivo regime jurídico, é possível concluir que as decisões financeiras da atuação do Estado têm suas raízes na realidade política e na cultura jurídica do Povo.</p>
<p>Nesses termos, o espaço de liberdade do Poder Legislativo na Constituição Financeira é ditado pela legalidade orçamentária, na medida em que se concebe a figura do legislador orçamentário e sua plêiade de liberdades, cuja função para a democracia sobeja em muito uma questão de organização e método orçamentário, pois permite aos representantes eleitos dispor, durante seu mandato, de recursos financeiros para implementar o programa de governo em conformidade com a ordem constitucional vigente.</p>
<p>Logo, as receitas públicas auferidas devem estar à disposição dos governantes periodicamente eleitos para que eles definam, por intermédio da lei orçamentária, quais são as prioridades na realização dos gastos públicos. Isso porque a busca por verbas públicas deve ocorrer às claras e com sustentabilidade na disputa legislativa travada no momento de elaboração, aprovação e fiscalização do orçamento público, de modo a impedir que recursos sejam perenizados ou capturados para além da periodicidade orçamentária.</p>
<p>Com base nessa leitura macroestrutural, torna-se cabível ao jurista que se ocupa do Direito Financeiro refletir sobre os limites à liberdade do legislador orçamentário. O objetivo estatal de assegurar liberdade ao legislador orçamentário perpassa pelo racional de direcionar à arena política a conflituosidade inerente à deliberação periódica sobre as decisões coletivas que envolvem as questões de quem se arrecada, com quem e quanto se gasta e por qual motivo endivida-se. Almeja-se, portanto, que a persecução legítima por recursos não seja definida de forma perene<br />
por intermédio de vinculações normativas, mas através do processo orçamentário no qual a disputa legislativa centra-se na escassez de recursos, apropriação do excedente <span id="page24R_mcid0" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">econômico e reserva do financeiramente possível atinente à atividade financeira do </span><span dir="ltr" role="presentation">Estado.</span></span></p>
<p><span id="page24R_mcid1" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Sendo assim, a situação fático-normativa do legislador orçamentário brasileiro </span><span dir="ltr" role="presentation">distancia-se progressivamente do ideal de liberdade, porquanto tornam-se residuais no </span><span dir="ltr" role="presentation">ciclo orçamentário as condições de possibilidade de implementação de programas de </span><span dir="ltr" role="presentation">governos com inovações relevantes quanto às despesas discricionárias, tendo em</span><br role="presentation" /><span dir="ltr" role="presentation">conta a rigidez orçamentária. </span></span></p>
<p><span id="page24R_mcid2" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">De todo modo, com previsão no art. 167, IV, da Constituição da República de </span><span dir="ltr" role="presentation">1988, o princípio da não-afetação (ou não-consignação ou não-vinculação) de receitas </span><span dir="ltr" role="presentation">advindas de impostos possui como conteúdo a vedação genérica de vinculação a </span><span dir="ltr" role="presentation">órgão, fundo ou despesa, com a finalidade de resguardar justamente a liberdade do </span><span dir="ltr" role="presentation">legislador orçamentário, de maneira a que haja recursos públicos suficientes para que </span><span dir="ltr" role="presentation">o corpo governante eleito decida sobre as despesas públicas a serem realizadas no </span><span dir="ltr" role="presentation">curso do mandato.</span></span></p>
<p><span id="page24R_mcid3" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Com base no pensamento de Fernando Facury Scaff, é possível estabelecer </span><span dir="ltr" role="presentation">distinções conceituais juridicamente significativas, que, por vezes, são turvadas nos </span><span dir="ltr" role="presentation">discursos econômicos e políticos, no que diz respeito ao ciclo orçamentário. A </span><span dir="ltr" role="presentation">vinculação traduz-se em liame normativo entre receitas e despesas públicas, ao passo </span><span dir="ltr" role="presentation">que a afetação cinge-se em determinar uma finalidade pública à destinação de </span><span dir="ltr" role="presentation">recursos. Em sentido diverso, quando se trata de Desvinculação das Receitas da União </span><span dir="ltr" role="presentation">(DRU), o conceito central é a referibilidade das contribuições sociais vertida na</span><br role="presentation" /><span dir="ltr" role="presentation">arrecadação de receitas criadas e condicionadas à realização de certas despesas </span><span dir="ltr" role="presentation">públicas previamente fixadas e próprias do financiamento da Seguridade Social. Por </span><span dir="ltr" role="presentation">fim, a problemática de flexibilidade do orçamento público reside na conceituação do </span><span dir="ltr" role="presentation">gasto</span> <span dir="ltr" role="presentation">obrigatório</span> <span dir="ltr" role="presentation">na</span> <span dir="ltr" role="presentation">condição</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">dever</span> <span dir="ltr" role="presentation">normativo</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">realizar</span> <span dir="ltr" role="presentation">despesas, </span><span dir="ltr" role="presentation">independentemente da existência de lastro nas receitas a elas vinculados.</span></span></p>
<p><span id="page24R_mcid4" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">No entanto, o próprio Poder Constituinte excepcionou a norma-regra de não </span><span dir="ltr" role="presentation">vinculação em decorrência da necessidade de garantir financeiramente a persecução </span><span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">fins,</span> <span dir="ltr" role="presentation">valores</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">objetivos</span> <span dir="ltr" role="presentation">constitucionais</span> <span dir="ltr" role="presentation">igualmente</span> <span dir="ltr" role="presentation">relevantes.</span> <span dir="ltr" role="presentation">Diante</span> <span dir="ltr" role="presentation">da </span><span dir="ltr" role="presentation">pluralidade de bens a serem protegidos, são distintas as prescrições excepcionais </span><span dir="ltr" role="presentation">estabelecidas originariamente ou agregadas cumulativamente ao texto constitucional.</span></span></p>
<div class="page" role="region" data-page-number="6" aria-label="Page 6" data-loaded="true">
<div class="textLayer"><span id="page26R_mcid0" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Na própria dicção do inciso IV do art. 167 da Constituição, constata-se que </span><span dir="ltr" role="presentation">gastos com manutenção e desenvolvimento do ensino e ações e serviços públicos de </span><span dir="ltr" role="presentation">saúde ostentam</span> <span dir="ltr" role="presentation">afetação na ordem</span> <span dir="ltr" role="presentation">constitucional</span> <span dir="ltr" role="presentation">direcionada</span> <span dir="ltr" role="presentation">a todos os entes </span><span dir="ltr" role="presentation">federativos, os denominados pisos setoriais para efetivação dos direitos sociais.</span></span><span id="page26R_mcid1" class="markedContent"><br role="presentation" /><span dir="ltr" role="presentation">Esse dispositivo ainda garante que a repartição do produto da arrecadação via </span><span dir="ltr" role="presentation">os fundos constitucionais de participação dos Estados e Municípios não se submete à </span><span dir="ltr" role="presentation">regra da não afetação, sob o fundamento de preservação do federalismo fiscal.</span></span></div>
<div></div>
<div class="textLayer"><span id="page26R_mcid2" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Ademais, a solvência da dívida pública pode ser garantida por receitas </span><span dir="ltr" role="presentation">advindas</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">impostos</span> <span dir="ltr" role="presentation">em</span> <span dir="ltr" role="presentation">operações</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">crédito</span> <span dir="ltr" role="presentation">por</span> <span dir="ltr" role="presentation">antecipação</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">receita </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentária e empréstimos ou pagamento de débitos dos entes subnacionais ao</span><br role="presentation" /><span dir="ltr" role="presentation">governo federal. </span></span></div>
<div></div>
<div class="textLayer"><span id="page26R_mcid3" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Enfim, após o advento da EC 42/2003, passou-se prever no indigitado inciso </span><span dir="ltr" role="presentation">uma</span> <span dir="ltr" role="presentation">prioridade</span> <span dir="ltr" role="presentation">alocativa</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">recursos</span> <span dir="ltr" role="presentation">na</span> <span dir="ltr" role="presentation">administração</span> <span dir="ltr" role="presentation">tributária,</span> <span dir="ltr" role="presentation">veiculando </span><span dir="ltr" role="presentation">interesses do Estado Fiscal e da corporação de servidores encarregados dessa função </span><span dir="ltr" role="presentation">estatal.</span></span></div>
<div class="textLayer"><span id="page26R_mcid4" class="markedContent"><br role="presentation" /><span dir="ltr" role="presentation">Na redação originária da Constituição Federal, já se previa em seu §5º do art. </span><span dir="ltr" role="presentation">218 ser facultado aos Estado e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e </span><span dir="ltr" role="presentation">tecnológica, o que abarca, por evidente, a arrecadação de impostos. Com base nessa </span><span dir="ltr" role="presentation">experiência autorizativa e facultativa, a EC 42/2003 permitiu aos Estados e ao DF </span><span dir="ltr" role="presentation">vincular 0,5% de sua receita tributária líquida a fundos públicos de fomento à cultura </span><span dir="ltr" role="presentation">e a programas de apoio à inclusão e promoção social, desde que não direcionado ao </span><span dir="ltr" role="presentation">serviço da dívida ou à realização de despesas correntes não vinculadas à área ou com </span><span dir="ltr" role="presentation">pessoal e encargos sociais.</span></span></div>
<div></div>
<div class="textLayer"><span id="page26R_mcid5" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Em outro escopo, a função pública de combate e erradicação da pobreza for </span><span dir="ltr" role="presentation">contemplada com exceção à regra da não consignação, haja vista que por meio dos </span><span dir="ltr" role="presentation">arts. 79 a 81 do ADCT criou-se fundo federal de combate à pobreza abastecido com </span><span dir="ltr" role="presentation">adicional de 5% de IPI sobre produtos supérfluos e arrecadação do Imposto sobre </span><span dir="ltr" role="presentation">Grande Fortunas.</span></span></div>
<div></div>
<div class="textLayer">
<p><span id="page26R_mcid5" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">No âmbito dos estados, municípios e DF, determinou-se a criação </span><span dir="ltr" role="presentation">de fundos de combate à pobreza com esteio no adicional de 2% de ICMS e de 0,5% </span><span dir="ltr" role="presentation">de ISS incidente sobre produtos supérfluos.</span></span></p>
<p><span id="page26R_mcid6" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Observa-se que o financiamento dos direitos fundamentais sociais são alvo de </span><span dir="ltr" role="presentation">proteção constitucional por intermédio de algumas das vinculações constitucionais </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentárias na condição de exceções da regra de não afetação. Portanto, na <span id="page28R_mcid0" class="markedContent">engenharia constitucional, essas vinculações normativas entre receitas e despesas e afetações a finalidades públicas podem ser tomadas como mecanismos de garantia financeira de padrões mínimos de fruição das promessas civilizatórias do Estado moderno, retirando da liberdade de conformação do legislador orçamentário a discricionariedade política pela promoção do conteúdo desses direitos sociais.</span></span></span></p>
<p><span id="page26R_mcid6" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation"><span id="page28R_mcid1" class="markedContent">A relevância dessas garantias financeiras ao contínuo financiamento de direitos sociais, notadamente nas áreas da saúde e do ensino, foi também acolhida como princípio sensível da Constituição da República, nos termos de seus arts. 34, VII, “e”, e 35, III, haja vista que a aplicação do mínimo da receita resultante de impostos estaduais e municipais é hipótese de intervenções federal nos estados e estadual nos municípios, após a procedência de representação interventiva movida pelo Procurador-Geral da República.</span></span></span></p>
<p><span id="page26R_mcid6" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation"><span id="page28R_mcid2" class="markedContent">Sendo assim, essas vinculações consistem em garantias de organização de instituições públicas ou garantias institucionais, segundo a terminologia de Carl Schmitt, cujos objetivos são a criação e manutenção de instituições imprescindíveis à sustentação do exercício dos direitos fundamentais em prol dos respectivos titulares, o que demanda grande parte do orçamento estatal.</span></span></span></p>
<p>Na linha de institucionalização dos direitos fundamentais na organização política do Estado, Fernando Facury Scaff concebe a categoria do “orçamento mínimo social” como comando constitucional direcionado ao legislador orçamentário para que este distribua recursos em prol da população mais marginalizada e economicamente hipossuficiente, mediante o financiamento de direitos sociais a partir de fontes previamente estabelecidas em nível constitucional. Com base no conceito de afetação, essa instituição é composta pelos recursos decorrentes dos pisos setoriais de saúde (art. 198, §§2º e 3º c/c 77 do ADCT, CRFB/88) e educação (art. 212, CRFB/88) e pelos fundos de erradicação da pobreza (arts. 79 a 81, ADCT, CRFB/88) e de amparo ao trabalhador (art. 239, §§1º e 3º, CRFB/88), este último atinente a 60% do PIS/PASEP, assim como as contribuições destinadas à promoção da seguridade social(art. 195, CRFB/88 &#8211; Cofins, CSLL e contribuições previdenciárias) e ao meio ambiente (art. 177, §4º, CRFB/88 &#8211; CIDE-combustível).</p>
<p>Nesse ponto, a tensão já explicitada entre a liberdade orçamentária gozada <span id="page30R_mcid0" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">pelos governantes eleitos e a garantia financeira dos direitos fundamentais sociais </span><span dir="ltr" role="presentation">torna-se objeto de preocupação institucional e acadêmica. Isso porque é possível </span><span dir="ltr" role="presentation">conceber o orçamento mínimo social na qualidade de limitação material do Poder </span><span dir="ltr" role="presentation">Constituinte Reformador.</span></span></p>
<p><span id="page30R_mcid1" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Em síntese, verifica-se que essa categoria é uma cláusula pétrea ou, pelo </span><span dir="ltr" role="presentation">menos, compõe o núcleo de intangibilidade da ordem constitucional, em consonância </span><span dir="ltr" role="presentation">ao inciso IV do §4º do art. 60 da Constituição da República. Isso significa que essa </span><span dir="ltr" role="presentation">garantia</span> <span dir="ltr" role="presentation">ultrapassa</span> <span dir="ltr" role="presentation">o</span> <span dir="ltr" role="presentation">discurso</span> <span dir="ltr" role="presentation">retórico</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">planos</span> <span dir="ltr" role="presentation">estatais,</span> <span dir="ltr" role="presentation">pois</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">prática</span> <span dir="ltr" role="presentation">de </span><span dir="ltr" role="presentation">flexibilização orçamentária encontra nela claro limite jurídico. Igualmente, o Poder </span><span dir="ltr" role="presentation">Constituinte autocontém-se, ao tomar de forma potencialmente irreversível &#8211; sem </span><span dir="ltr" role="presentation">ruptura constitucional &#8211; decisão política de alocação permanente de recursos a uma </span><span dir="ltr" role="presentation">determinada despesa pública. De acordo com Scaff, “[e]nfatiza</span><span dir="ltr" role="presentation">-se, dessa forma, o </span><span dir="ltr" role="presentation">caráter de cláusula pétrea constitucional das normas que estabelecem o vínculo </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentário para o custeio dos direitos fundamentais sociais para saúde, educação e </span><span dir="ltr" role="presentation">redução da pobreza.”</span></span></p>
<p><span id="page30R_mcid2" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Por</span> <span dir="ltr" role="presentation">conseguinte,</span> <span dir="ltr" role="presentation">o</span> <span dir="ltr" role="presentation">objetivo</span> <span dir="ltr" role="presentation">estatal</span> <span dir="ltr" role="presentation">referente</span> <span dir="ltr" role="presentation">à</span> <span dir="ltr" role="presentation">liberdade</span> <span dir="ltr" role="presentation">do</span> <span dir="ltr" role="presentation">legislador </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentário decorrente da regra da não afetação das receitas oriundas dos impostos </span><span dir="ltr" role="presentation">encontra relativização no âmbito das vinculações orçamentárias, notadamente aquelas </span><span dir="ltr" role="presentation">voltadas</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">garantir</span> <span dir="ltr" role="presentation">financeiramente</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">efetividade</span> <span dir="ltr" role="presentation">dos</span> <span dir="ltr" role="presentation">direitos</span> <span dir="ltr" role="presentation">fundamentais</span> <span dir="ltr" role="presentation">de </span><span dir="ltr" role="presentation">conotação social-coletiva.</span></span></p>
</div>
<h3><strong><span dir="ltr" role="presentation">EFETIVIDADE</span> <span dir="ltr" role="presentation">DO</span> <span dir="ltr" role="presentation">PRINCÍPIO</span> <span dir="ltr" role="presentation">DA</span> <span dir="ltr" role="presentation">FRATERNIDADE</span> <span dir="ltr" role="presentation">E </span><span dir="ltr" role="presentation">FINANCIAMENTO DE DIREITOS SOCIAIS NO CONTEXTO</span> <span dir="ltr" role="presentation">DE CRISE </span><span dir="ltr" role="presentation">SANITÁRIA</span></strong></h3>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Diante a emergência de uma crise sanitária de escopo pandêmico relacionado </span><span dir="ltr" role="presentation">às dificuldades impostas pelo Covid-19, não é difícil constatar que a humanidade e o </span><span dir="ltr" role="presentation">povo brasileiro vivem em uma quadra histórica desafiadora, que será caracterizada </span><span dir="ltr" role="presentation">por incontáveis perdas individuais e coletivas. Nesse cenário crítico, tornam-se mais </span><span dir="ltr" role="presentation">prementes os desafios relacionados ao desenvolvimento socioeconômico de um país </span><span dir="ltr" role="presentation">com características continentais, demandas populares de modernidade tardia e escassa </span><span dir="ltr" role="presentation">tradição em solver conflitos sociais em ambiência não autoritária.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">A despeito disso, o complexo equacionamento desses atributos foi enfrentado </span><span dir="ltr" role="presentation">em processo constituinte cuja resultante é uma Constituição promulgada por uma </span><span dir="ltr" role="presentation">Assembleia Nacional Constituinte democraticamente eleita e que postula representar </span><span dir="ltr" role="presentation">o Povo. Ou seja, são em momentos de crise que o pacto constitucional é mais </span><span dir="ltr" role="presentation">necessário como guia dos nossos valores e fins jurídico-políticos. Nesse sentido, </span><span dir="ltr" role="presentation">torna-se imperativo aos juristas pensar em formulações e arranjos sociais alternativos </span><span dir="ltr" role="presentation">em prol de maior isonomia entre os cidadãos e de um bem-estar fraternalmente </span><span dir="ltr" role="presentation">considerado, a partir da lógica de direitos e respectivos custos.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Diante das indagações acerca das condições de possibilidade e limites para a </span><span dir="ltr" role="presentation">efetividade do princípio constitucional da fraternidade no escopo de fruição empírica </span><span dir="ltr" role="presentation">de direitos fundamentais de índole social pela parcela da população mais carente de </span><span dir="ltr" role="presentation">assistência estatal, as diretrizes decorrentes do imaginário fraterno fornecem saídas </span><span dir="ltr" role="presentation">para se pensar a emergência.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Por se tratar de componente indispensável no método e conteúdo do campo </span><span dir="ltr" role="presentation">político, a fraternidade requer a viabilização</span> <span dir="ltr" role="presentation">da democracia constitucional pela </span><span dir="ltr" role="presentation">equalização do binômio paridade-diferença relativo ao corpo cívico.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Por isso, as </span><span dir="ltr" role="presentation">soluções e os sacrifícios necessários para o enfrentamento da crise sanitária e os </span><span dir="ltr" role="presentation">impactos desta na economia nacional devem levar em consideração o ideal fraterno </span><span dir="ltr" role="presentation">no processo de tomadas de decisões.</span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Sendo assim,</span> <span dir="ltr" role="presentation">a urgência e</span> <span dir="ltr" role="presentation">a complexidade dos</span> <span dir="ltr" role="presentation">desafios</span> <span dir="ltr" role="presentation">decorrentes</span> <span dir="ltr" role="presentation">de </span><span dir="ltr" role="presentation">calamidade</span> <span dir="ltr" role="presentation">pública</span> <span dir="ltr" role="presentation">não</span> <span dir="ltr" role="presentation">justificam</span> <span dir="ltr" role="presentation">sacrifícios</span> <span dir="ltr" role="presentation">desproporcionais</span> <span dir="ltr" role="presentation">da</span> <span dir="ltr" role="presentation">participação </span><span dir="ltr" role="presentation">política dos cidadãos na formação das escolhas públicas do Estado, a título de garantir </span><span dir="ltr" role="presentation">maior eficiência ou resolutividade tendente a um paradigma tecnocrático, sob pena de </span><span dir="ltr" role="presentation">não se atingir o grau de legitimidade esperado dos atos públicos em um Estado </span><span dir="ltr" role="presentation">Constitucional. Em suma, a transparência e a publicidade das situações sanitária e </span><span dir="ltr" role="presentation">fiscal enfrentadas são fundamentais para levar informação ao Povo e auxiliá-lo na </span>coautoria, aceitação e cumprimento das medidas estatais.</p>
<p><span id="page32R_mcid4" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Além disso, a fraternidade exige que os agentes políticos, que deverão realizar </span><span dir="ltr" role="presentation">uma série de escolhas trágicas relativas a recursos públicos, tenham em mente as </span><span dir="ltr" role="presentation">iniquidades do sistema social brasileiro ainda não resolvidas pela atividade financeira </span><span dir="ltr" role="presentation">do Estado, como a regressividade da matriz tributária focada no consumo e a </span><span dir="ltr" role="presentation">transferência de renda desde os contribuintes em direção aos detentores de títulos </span><span dir="ltr" role="presentation">públicos ocasionada pelo acréscimo do endividamento público. Com esteio nas </span><span dir="ltr" role="presentation">desigualdades sociais e regionais historicamente presentes no país, as categorias de </span></span><span dir="ltr" role="presentation">capacidades</span> <span dir="ltr" role="presentation">contributiva</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">receptivas</span> <span dir="ltr" role="presentation">dos</span> <span dir="ltr" role="presentation">cidadãos</span> <span dir="ltr" role="presentation">são</span> <span dir="ltr" role="presentation">imprescindíveis</span> <span dir="ltr" role="presentation">nesse </span><span dir="ltr" role="presentation">momento</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">crise,</span> <span dir="ltr" role="presentation">principalmente</span> <span dir="ltr" role="presentation">nas</span> <span dir="ltr" role="presentation">escolhas</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">prioridades</span> <span dir="ltr" role="presentation">alocativas</span> <span dir="ltr" role="presentation">de </span>programas e recursos.</p>
<p>Por outro lado, o princípio jurídico da fraternidade propõe um olhar prioritário à promoção da dignidade da pessoa humana em suas vertentes individual, social e ambiental, realizando-se as funções do Estado Fiscal. No afã de transformarem-se as deficiências da estrutura social pelas categorias e instituições do constitucionalismo fraternal, as normas decorrentes desse imaginário implicam em vedações e limites materiais à ação governamental e à autodeterminação coletiva.</p>
<p>No campo do financiamento dos direitos fundamentais de índole social, isso significa que as escolhas públicas relacionadas aos sacrifícios coletivos inerentes à crise sanitária não podem esvaziar o conteúdo garantista do orçamento mínimo social.</p>
<p>Por essa razão, é uma das prioridades constitucionais dos governantes manter a fruição de um patamar mínimo de segurança social aos hipossuficientes do ponto de vista econômico, à luz de programas e políticas públicas de caráter social e fiscal-<span dir="ltr" role="presentation">financeiro</span> <span dir="ltr" role="presentation">pensados</span> <span dir="ltr" role="presentation">para amenizar</span> <span dir="ltr" role="presentation">os efeitos</span> <span dir="ltr" role="presentation">de calamidade</span> <span dir="ltr" role="presentation">pública</span> <span dir="ltr" role="presentation">urgente</span> <span dir="ltr" role="presentation">e </span>imprevisível. Nessa linha, compete ao Poder Judiciário e aos demais órgãos reputados essenciais para o sistema de Justiça fiscalizar de forma colaborativa as reações das <span dir="ltr" role="presentation">autoridades</span> <span dir="ltr" role="presentation">à</span> <span dir="ltr" role="presentation">crise,</span> <span dir="ltr" role="presentation">sob</span> <span dir="ltr" role="presentation">o</span> <span dir="ltr" role="presentation">fundamento</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">zelar</span> <span dir="ltr" role="presentation">pela</span> <span dir="ltr" role="presentation">efetividade</span> <span dir="ltr" role="presentation">dos</span> <span dir="ltr" role="presentation">direitos </span>fundamentais e de manter hígida a organização política do Estado.</p>
<p>Em suma, as balizas políticas e jurídicas decorrentes fraternidade devem ser observadas na problemática de manutenção e promoção dos direitos fundamentais, notadamente no que se refere a um orçamento mínimo social, em realidade sócio-política desfavorável e pandêmica atualmente vivenciada.</p>
<div class="page" role="region" data-page-number="10" aria-label="Page 10" data-loaded="true">
<h3><strong>CONSIDERAÇÕES FINAIS</strong></h3>
<div class="page" role="region" data-page-number="10" aria-label="Page 10" data-loaded="true">
<div class="textLayer">
<p><span id="page34R_mcid7" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Este contributo acadêmico versou sobre as potenciais influências do princípio </span><span dir="ltr" role="presentation">da fraternidade na ambiência de crise sanitária relacionado à pandemia do Covid-19, </span><span dir="ltr" role="presentation">sobretudo a partir de preocupação dirigida ao financiamento de direitos sociais, </span><span dir="ltr" role="presentation">constitucionalmente previstos, garantidos e promovidos à parcela da população mais </span><span dir="ltr" role="presentation">vulnerável sob as perspectivas econômica e da saúde pública.</span></span></p>
<p><span id="page34R_mcid8" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">Por</span> <span dir="ltr" role="presentation">conta</span> <span dir="ltr" role="presentation">desse</span> <span dir="ltr" role="presentation">objetivo,</span> <span dir="ltr" role="presentation">perquiriu-se</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">ideia</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">fraternidade</span> <span dir="ltr" role="presentation">em</span> <span dir="ltr" role="presentation">suas </span><span dir="ltr" role="presentation">dimensões política e jurídica, haja vista a utilidade do conceito em tempos de </span></span>dificuldade generalizada a toda humanidade, tendo em conta que a origem daquele remonta a uma ligação universal entre seres igualmente dignos a qual tem por <span dir="ltr" role="presentation">resultado</span> <span dir="ltr" role="presentation">um</span> <span dir="ltr" role="presentation">complexo</span> <span dir="ltr" role="presentation">sistema</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">solidariedade</span> <span dir="ltr" role="presentation">social</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">cuidado</span> <span dir="ltr" role="presentation">aos</span> <span dir="ltr" role="presentation">mais </span>necessitados, à luz de uma ética pública.</p>
<p>Em seguida, abordou-se a tensão entre o ideal de liberdade no orçamento público apto a permitir condições de ação aos governantes eleitos pelos ritos da <span dir="ltr" role="presentation">democracia</span> <span dir="ltr" role="presentation">constitucional</span> <span dir="ltr" role="presentation">e</span> <span dir="ltr" role="presentation">a</span> <span dir="ltr" role="presentation">formulação</span> <span dir="ltr" role="presentation">pelo</span> <span dir="ltr" role="presentation">constitucionalismo</span> <span dir="ltr" role="presentation">brasileiro</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span></p>
</div>
</div>
<div class="page" role="region" data-page-number="11" aria-label="Page 11" data-loaded="true">
<div class="textLayer">
<p><span id="page36R_mcid1" class="markedContent"><span dir="ltr" role="presentation">garantias</span> <span dir="ltr" role="presentation">ao</span> <span dir="ltr" role="presentation">financiamento</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">direitos</span> <span dir="ltr" role="presentation">sociais,</span> <span dir="ltr" role="presentation">por</span> <span dir="ltr" role="presentation">intermédio</span> <span dir="ltr" role="presentation">de</span> <span dir="ltr" role="presentation">vinculações </span><span dir="ltr" role="presentation">orçamentárias em nível constitucional. Conclui-se, a propósito, pela qualidade de </span><span dir="ltr" role="presentation">limitação material do Poder Constituinte Reformador representada pela instituição </span><span dir="ltr" role="presentation">jurídica do Orçamento Mínimo Social.</span></span></p>
<p><span dir="ltr" role="presentation">Em síntese, com atenção ao equacionamento da liberdade orçamentária dos </span><span dir="ltr" role="presentation">representantes eleitos que necessitam de recursos públicos para debelar a crise </span><span dir="ltr" role="presentation">sanitária e seus consectários econômicos e das vinculações normativas que compõem </span><span dir="ltr" role="presentation">o orçamento mínimo social na condição de conquista civilizatória do Estado e do </span><span dir="ltr" role="presentation">Povo brasileiro, demonstrou-se nesta investigação que os caminhos apontados pela </span><span dir="ltr" role="presentation">fraternidade na qualidade de categoria jurídico-política são essenciais e produtivos </span><span dir="ltr" role="presentation">para o presente momento de calamidade pública.</span></p>
</div>
<div class="textLayer">
<hr />
<p><a href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2024/04/Fraternidade-e-Financiamento-de-Direito-Sociais-na-COVID-Ministro-Reynaldo-e-Rafael-Campos.pdf"><strong>Clique aqui e acesse o texto original</strong></a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria-2/">Fraternidade e o financiamento dos direitos fundamentais sociais em tempos de calamidade pública de natureza sanitária</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8355</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lançado  do E-book “Cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”, a publicação foi coordenada pela Vice presidente do IEDF Rafaela Brito</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/lancado-do-e-book-cogovernanc%cc%a7a-como-processo-de-construc%cc%a7a%cc%83o-de-fraternidade-na-politica-a-partir-das-cidades-a-publicacao-foi-coordenada-pela-vice-pres/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/lancado-do-e-book-cogovernanc%cc%a7a-como-processo-de-construc%cc%a7a%cc%83o-de-fraternidade-na-politica-a-partir-das-cidades-a-publicacao-foi-coordenada-pela-vice-pres/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danuse]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 13:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=5998</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 12 de outubro foi lançado  E-book “Cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”, a publicação foi coordenada pela Vice presidente do IEDF Rafaela Brito e contemplou 22 artigos , escritos en italiano, espanhol e português, elaborados por 32 autores, dentre os autores temos a Presidente do IEDF [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/lancado-do-e-book-cogovernanc%cc%a7a-como-processo-de-construc%cc%a7a%cc%83o-de-fraternidade-na-politica-a-partir-das-cidades-a-publicacao-foi-coordenada-pela-vice-pres/">Lançado  do E-book “Cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”, a publicação foi coordenada pela Vice presidente do IEDF Rafaela Brito</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No dia 12 de outubro foi lançado  E-book “</span><span style="font-weight: 400;">Cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”, a publicação foi coordenada pela Vice presidente do IEDF Rafaela Brito e contemplou 22 artigos </span><span style="font-weight: 400;">, escritos en italiano, espanhol e português, elaborados por 32 autores, dentre os autores temos a Presidente do IEDF Sandra Taya e a Vice presidente Rafaela Brito.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Para conhecer o e-book acesse: http://repositorio.asces.edu.br/handle/123456789/2746</span></p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/lancado-do-e-book-cogovernanc%cc%a7a-como-processo-de-construc%cc%a7a%cc%83o-de-fraternidade-na-politica-a-partir-das-cidades-a-publicacao-foi-coordenada-pela-vice-pres/">Lançado  do E-book “Cogovernança como processo de construção de fraternidade na política, a partir das cidades”, a publicação foi coordenada pela Vice presidente do IEDF Rafaela Brito</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/lancado-do-e-book-cogovernanc%cc%a7a-como-processo-de-construc%cc%a7a%cc%83o-de-fraternidade-na-politica-a-partir-das-cidades-a-publicacao-foi-coordenada-pela-vice-pres/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5998</post-id>	</item>
		<item>
		<title>FRATERNIDADE E O FINANCIAMENTO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS EM TEMPOS DE CALAMIDADE PÚBLICA DE NATUREZA SANITÁRIA</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danuse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 18:01:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=4887</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reynaldo Soares da Fonseca &#8211; Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria/">FRATERNIDADE E O FINANCIAMENTO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS EM TEMPOS DE CALAMIDADE PÚBLICA DE NATUREZA SANITÁRIA</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4392 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--300x200.jpeg" alt="" width="221" height="147" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--300x200.jpeg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--768x512.jpeg 768w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo-.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 221px) 100vw, 221px" />Reynaldo Soares da Fonseca &#8211; Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira (ESAF). Graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, colóquios Internacionais de Direito Constitucional, Administrativo, Processo Civil e Tributário com a Universidade Humboldt de Berlim e da Universidade de Friburgo &#8211; Alemanha. Visitas Técnicas ao Superior Tribunal Administrativo de Leipzig e ao Superior Tribunal Financeiro de Munique &#8211; Alemanha. Ex-Procurador do Estado do Maranhão, ex-Juiz de Direito do Distrito Federal e Territórios, ex-Juiz Federal Substituto da Seção Judiciária do Distrito Federal e ex- Diretor do Foro da Seção Judiciária do Maranhão. Ex-Vice-Diretor do Foro da SJD, ex-Juiz Federal da 1ª Vara/MA e da 22ª Vara/DF além de convocado para o TRF/1ª Região, de 2005/2009, no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Ex-Desembargador Federal do TRF/1ª Região, ex-Presidente da 7ª turma e da 4ª seção e ex-membro da Comissão de Regimento e do XIII Concurso para Juiz Federal Substituto da Primeira Região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4889 alignright" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rafael-fonseca-1.jpg" alt="" width="163" height="163" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rafael-fonseca-1.jpg 250w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rafael-fonseca-1-150x150.jpg 150w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/rafael-fonseca-1-85x85.jpg 85w" sizes="(max-width: 163px) 100vw, 163px" />Rafael Campos Soares da Fonseca &#8211; Doutorando em Direito Econômico, Financeiro e Tributário pela Universidade de São Paulo, com estágios doutorais de pesquisa na Ruprecht-Karls-Universität Heidelberg, no Max-Planck-Institut für Steuerrecht und Öffentliche Finanzen em Munique e na Università degli Studi di Siena. Mestre em Direito, Estado e Constituição e Bacharel em Direito pela Universidade de Brasília. Professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e em especializações (pós-graduação lato sensu) na área de Direito Público. Nas áreas de Direito Tributário e Financeiro, atua como instrutor interno em ações de capacitação presencial e à distância no STF e tutor especialista na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP). Co-líder do Grupo de Pesquisa &#8220;Observatório da Macrolitigância Fiscal&#8221; do IDP, certificado junto ao CNPq. Analista Judiciário no Supremo Tribunal Federal, atuando no cargo de Assessor do Núcleo de Repercussão Geral da Presidência do Tribunal e tendo, ainda, ocupado o cargo de Assessor de Ministro (2015 &#8211; 2019).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo: <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Fraternidade-e-Financiamento-de-Direito-Sociais-na-COVID-Ministro-Reynaldo-e-Rafael-Campos.pdf"><strong>Fraternidade e o financiamento dos direitos fundamentais sociais em tempos de calamidade pública de natureza sanitária </strong></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria/">FRATERNIDADE E O FINANCIAMENTO DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS EM TEMPOS DE CALAMIDADE PÚBLICA DE NATUREZA SANITÁRIA</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/fraternidade-e-o-financiamento-dos-direitos-fundamentais-sociais-em-tempos-de-calamidade-publica-de-natureza-sanitaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4887</post-id>	</item>
		<item>
		<title>DIREITOS DE FRATERNIDADE NA TEORIA DAS GERAÇÕES DE DIREITOS FUNDAMENTAIS</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danuse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 17:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=4884</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reynaldo Soares da Fonseca -Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais/">DIREITOS DE FRATERNIDADE NA TEORIA DAS GERAÇÕES DE DIREITOS FUNDAMENTAIS</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1944 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917433078_db558980f6_z-300x200.jpg" alt="" width="227" height="151" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917433078_db558980f6_z-300x200.jpg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917433078_db558980f6_z.jpg 640w" sizes="(max-width: 227px) 100vw, 227px" />Reynaldo Soares da Fonseca -Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira (ESAF). Graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, colóquios Internacionais de Direito Constitucional, Administrativo, Processo Civil e Tributário com a Universidade Humboldt de Berlim e da Universidade de Friburgo &#8211; Alemanha. Visitas Técnicas ao Superior Tribunal Administrativo de Leipzig e ao Superior Tribunal Financeiro de Munique &#8211; Alemanha. Ex-Procurador do Estado do Maranhão, ex-Juiz de Direito do Distrito Federal e Territórios, ex-Juiz Federal Substituto da Seção Judiciária do Distrito Federal e ex- Diretor do Foro da Seção Judiciária do Maranhão. Ex-Vice-Diretor do Foro da SJD, ex-Juiz Federal da 1ª Vara/MA e da 22ª Vara/DF além de convocado para o TRF/1ª Região, de 2005/2009, no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Ex-Desembargador Federal do TRF/1ª Região, ex-Presidente da 7ª turma e da 4ª seção e ex-membro da Comissão de Regimento e do XIII Concurso para Juiz Federal Substituto da Primeira Região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo: <a href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais-Ministro-Reynaldo.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>DIREITOS DE FRATERNIDADE NA TEORIA DAS GERAÇÕES DE DIREITOS FUNDAMENTAIS</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais/">DIREITOS DE FRATERNIDADE NA TEORIA DAS GERAÇÕES DE DIREITOS FUNDAMENTAIS</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/direitos-de-fraternidade-na-teoria-das-geracoes-de-direitos-fundamentais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4884</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A (IN)COMPLETUDE DA TEORIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS: a compreensão dos direitos e deveres fundamentais a partir do princípio esquecido da fraternidade.</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/a-incompletude-da-teoria-dos-direitos-fundamentais-sociais-a-compreensao-dos-direitos-e-deveres-fundamentais-a-partir-do-principio-esquecido-da-fraternidade/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/a-incompletude-da-teoria-dos-direitos-fundamentais-sociais-a-compreensao-dos-direitos-e-deveres-fundamentais-a-partir-do-principio-esquecido-da-fraternidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danuse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 17:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=4879</guid>

					<description><![CDATA[<p>Carlos Augusto Alcantara Machado &#8211;  Graduado (Bacharelado em Direito) pela Universidade Federal de Sergipe (1983.2); Mestre em Direito (Ordem Jurídica Constitucional)) pela Universidade Federal do Ceará &#8211; UFC (1999) e Doutor em Direito (Efetividade do Direito) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo &#8211; PUC/SP (2014). Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/a-incompletude-da-teoria-dos-direitos-fundamentais-sociais-a-compreensao-dos-direitos-e-deveres-fundamentais-a-partir-do-principio-esquecido-da-fraternidade/">A (IN)COMPLETUDE DA TEORIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS: a compreensão dos direitos e deveres fundamentais a partir do princípio esquecido da fraternidade.</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4880 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-carlos-201x300.jpg" alt="" width="165" height="247" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-carlos-201x300.jpg 201w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/foto-carlos.jpg 600w" sizes="(max-width: 165px) 100vw, 165px" />Carlos Augusto Alcantara Machado &#8211;  Graduado (Bacharelado em Direito) pela Universidade Federal de Sergipe (1983.2); Mestre em Direito (Ordem Jurídica Constitucional)) pela Universidade Federal do Ceará &#8211; UFC (1999) e Doutor em Direito (Efetividade do Direito) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo &#8211; PUC/SP (2014). Procurador de Justiça do Ministério Público do Estado de Sergipe e Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal de Sergipe e da Universidade Tiradentes (graduação). Professor permanente do Mestrado em Direitos Humanos da UNIT e Professor colaborador do Mestrado em Constitucionalização do Direito da UFS. Tem experiência na área de Direito Público, com especial ênfase em Teoria da Constituição, Controle de Constitucionalidade, Ações Constitucionais e Direito e Fraternidade. Autor dos livros: Mandado de Injunção &#8211; um instrumento de efetividade da Constituição (Atlas); Direito Constitucional (Revista dos Tribunais) e A Fraternidade como categoria jurídica: Fundamentos e Alcance &#8211; Expressão do Constitucionalismo Fraternal (Appris). Membro da Academia Sergipana de Letras Jurídicas &#8211; ASLJ.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4882 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/clara-cardoso-machado.jpg" alt="" width="225" height="225" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/clara-cardoso-machado.jpg 225w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/clara-cardoso-machado-150x150.jpg 150w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/clara-cardoso-machado-85x85.jpg 85w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Clara Cardoso Machado Jaborandy &#8211;  Doutora e Mestre em Direito pela Universidade Federal da Bahia. Especialista em Direito Público pela Uniderp. Graduada em Direito pela Universidade Federal de Sergipe. Professora do Mestrado em Direito da Universidade Tiradentes na linha e de cursos de pós-graduação da UNIT e EJUSE. Coordenadora do grupo de pesquisa Direitos Fundamentais, Novos Direitos e Evolução Social, presente no diretório do CNPq. Advogada militante em Direito Público e Empresarial. Vice-presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da OAB/SE.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1943 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917432788_9db05ccea1_z-300x200.jpg" alt="" width="213" height="142" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917432788_9db05ccea1_z-300x200.jpg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2018/11/31917432788_9db05ccea1_z.jpg 640w" sizes="(max-width: 213px) 100vw, 213px" />Reynaldo Soares da Fonseca &#8211; Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira (ESAF). Graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, colóquios Internacionais de Direito Constitucional, Administrativo, Processo Civil e Tributário com a Universidade Humboldt de Berlim e da Universidade de Friburgo &#8211; Alemanha. Visitas Técnicas ao Superior Tribunal Administrativo de Leipzig e ao Superior Tribunal Financeiro de Munique &#8211; Alemanha. Ex-Procurador do Estado do Maranhão, ex-Juiz de Direito do Distrito Federal e Territórios, ex-Juiz Federal Substituto da Seção Judiciária do Distrito Federal e ex- Diretor do Foro da Seção Judiciária do Maranhão. Ex-Vice-Diretor do Foro da SJD, ex-Juiz Federal da 1ª Vara/MA e da 22ª Vara/DF além de convocado para o TRF/1ª Região, de 2005/2009, no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Ex-Desembargador Federal do TRF/1ª Região, ex-Presidente da 7ª turma e da 4ª seção e ex-membro da Comissão de Regimento e do XIII Concurso para Juiz Federal Substituto da Primeira Região.</p>
<p>Artigo: <a href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/ARTIGO-FRATERNIDADE-CLARA-CAAM-REYNALDO-2019.doc-1-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>A (IN)COMPLETUDE DA TEORIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS: </strong>a compreensão dos direitos e deveres fundamentais a partir do princípio esquecido da fraternidade. </a></p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/a-incompletude-da-teoria-dos-direitos-fundamentais-sociais-a-compreensao-dos-direitos-e-deveres-fundamentais-a-partir-do-principio-esquecido-da-fraternidade/">A (IN)COMPLETUDE DA TEORIA DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS SOCIAIS: a compreensão dos direitos e deveres fundamentais a partir do princípio esquecido da fraternidade.</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/a-incompletude-da-teoria-dos-direitos-fundamentais-sociais-a-compreensao-dos-direitos-e-deveres-fundamentais-a-partir-do-principio-esquecido-da-fraternidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4879</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A FRATERNIDADE E A ÉTICA DA ALTERIDADE:  DESAFIOS DO SÉCULO XXI</title>
		<link>https://portaliedf.com.br/a-fraternidade-e-a-etica-da-alteridade-desafios-do-seculo-xxi/</link>
					<comments>https://portaliedf.com.br/a-fraternidade-e-a-etica-da-alteridade-desafios-do-seculo-xxi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Danuse]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 17:32:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portaliedf.com.br/?p=4876</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira (ESAF). Graduação em Direito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/a-fraternidade-e-a-etica-da-alteridade-desafios-do-seculo-xxi/">A FRATERNIDADE E A ÉTICA DA ALTERIDADE:  DESAFIOS DO SÉCULO XXI</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4392 alignleft" src="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--300x200.jpeg" alt="" width="188" height="125" srcset="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--300x200.jpeg 300w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo--768x512.jpeg 768w, https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Ministro-Reynaldo-.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 188px) 100vw, 188px" />Doutor em Direito Constitucional pela FADISP-SP, com pesquisa realizada na Universidade de Siena – Itália, Ministro do Superior Tribunal de Justiça, desde maio/2015. É autor de vários artigos científicos e coautor de vários livros. Cursou Mestrado em Direito Público (PUC/SP), Pós-Graduação em Direito Constitucional (UFMA), Direito Penal (UNB) e Inteligência Financeira (ESAF). Graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, colóquios Internacionais de Direito Constitucional, Administrativo, Processo Civil e Tributário com a Universidade Humboldt de Berlim e da Universidade de Friburgo &#8211; Alemanha. Visitas Técnicas ao Superior Tribunal Administrativo de Leipzig e ao Superior Tribunal Financeiro de Munique &#8211; Alemanha. Ex-Procurador do Estado do Maranhão, ex-Juiz de Direito do Distrito Federal e Territórios, ex-Juiz Federal Substituto da Seção Judiciária do Distrito Federal e ex- Diretor do Foro da Seção Judiciária do Maranhão. Ex-Vice-Diretor do Foro da SJD, ex-Juiz Federal da 1ª Vara/MA e da 22ª Vara/DF além de convocado para o TRF/1ª Região, de 2005/2009, no Tribunal Regional Federal da Primeira Região. Ex-Desembargador Federal do TRF/1ª Região, ex-Presidente da 7ª turma e da 4ª seção e ex-membro da Comissão de Regimento e do XIII Concurso para Juiz Federal Substituto da Primeira Região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo: <strong> <a href="https://portaliedf.com.br/wp-content/uploads/2021/03/A-fraternidade-e-a-alteridade-desafios-do-seculo-XXI-Ministro-Reynaldo-Soares-da-Fonseca.pdf" target="_blank" rel="noopener">A FRATERNIDADE E A ÉTICA DA ALTERIDADE:  DESAFIOS DO SÉCULO XXI.</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://portaliedf.com.br/a-fraternidade-e-a-etica-da-alteridade-desafios-do-seculo-xxi/">A FRATERNIDADE E A ÉTICA DA ALTERIDADE:  DESAFIOS DO SÉCULO XXI</a> apareceu primeiro em <a href="https://portaliedf.com.br">Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portaliedf.com.br/a-fraternidade-e-a-etica-da-alteridade-desafios-do-seculo-xxi/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4876</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
